Monday, December 19, 2016

Conselho de Uma Neonatologista Pró-Vida Para Pais Enfrentando a Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal (UCIN) – Dra. Robin Pierucci

Eu sou uma mãe e neonatologista pró-vida - uma médica que cuida de bebês prematuros e criticamente doentes na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal (UCIN). Esta especialidade não é algo que eu tinha ouvido falar quando criança, nem eu estava ciente de que ser "pró-vida" ou especificamente anti-aborto era mesmo razoável. Eu cresci em uma casa judaica incrivelmente amorosa, mas muito "pró-escolha". Além disso, sou um produto de formação médica secular americana, com um mestrado em ética médica.

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https://salveo1.wordpress.com/2017/02/09/conselhos-de-uma-neonatologista-pro-vida/




Saturday, December 17, 2016

Valorizamos a Vida e Clamamos a República da Irlanda a Preservar a 8ª Emenda, por Rebecca Kiessling

Eu sou a presidente do Salve o1% - Os Casos Difíceis – uma organização pró-vida global com mais de 450 pessoas que foram concebidos em estupro (como eu) e de mães que ficaram grávidas no estupro que estão criando seus filhos, que são mães biológicas, ou que são mães pós-abortivas. Além disso, temos centenas de pessoas que foram aconselhadas a abortar devido a um diagnóstico pré-natal. Valorizamos a vida e clamamos a República da Irlanda a preservar a 8ª Emenda.


Friday, December 16, 2016

Esta Criança Que Nasceu De Um Estupro Transformou Uma Tragédia Em Algo Bonito – Kathryne Taylor-Norte

No dia 22 de dezembro de 2008, eu fui estuprada. Talvez você possa imaginar como é difícil relembrar um estupro, então não vou entrar em detalhes. No dia seguinte fui ao médico e me deram medicamentos para prevenção de doenças e a pílula do dia seguinte – que mais tarde soube que é potencialmente abortiva.  Seis semanas depois, fui ao médico e me fizeram exames de sangue, mas não me fizeram o teste de gravidez.  No entanto, alguns dias mais tarde, recebi uma chamada do consultório médico e disseram que eu estava grávida! 





Tuesday, October 4, 2016

Eu Era Moradora de Rua e Fui Estuprada. Minha Filha é a Luz Que Surgiu de Todo Aquele Horror, por Michelle Olson

Foi um dos períodos mais sombrios da minha vida – as relações com meus pais estavam atribuladas, tinha acabado de passar por uma péssima separação com o pai de meus dois filhos, fora traída por meus amigos e acabei nas ruas, na lista de espera para ser acolhida em um abrigo para moradores de rua. Eu não tinha mais nada e não sobrou ninguém com quem eu pudesse contar. Eu rezava para morrer logo. Em uma semana, em vez de morrer, eu fui estuprada.

Descobri que fiquei grávida ao ser estuprada. Tendo sido vítima de estupro várias vezes em
minha vida, eu conhecia o instinto de tentar tirar aquilo da cabeça: simplesmente não pensar sobre o que aconteceu. Ter uma barriga crescendo que me lembrava continuamente do estupro foi bastante doloroso no princípio, mas eu me forcei a lidar com a dor e tentar superá-la. Eu era muito emotiva, mas sabia que meu bebê precisava que eu enfrentasse a situação. Além disso, finalmente consegui uma vaga no abrigo.

Tentei ligar para uma agência a fim de colocar o bebê para adoção, mas não conseguia completar nenhuma ligação. A cada vez que eu tentava, eu chorava sem parar. Foi então que finalmente decidi ficar com meu bebê.

Ela tornou mais fácil superar o estupro. Ganhei uma menininha linda pelo que me aconteceu. Ela é meiga, amável e linda. Tudo o que passei não é nada se comparado à alegria que minha Alice trouxe para minha vida. Deus me deu um motivo para seguir em frente. Minha filhinha é meu milagre.

Meu doce anjo me ajudou de mais maneiras que eu possa contar. Ela faz o mundo um lugar mais bonito. Minha filha pode parecer um inconveniente para alguém que não a conheça, por ter sido concebida em situação de estupro e ser uma pessoa com deficiência. Porém, qualquer um que a conhece descobre o que é bondade e amor incondicional. Os vizinhos sorriem quando a veem e esperam pelos abraços.

Atualmente moramos no Texas, onde Alice faz fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Até o momento ela apenas recebeu o diagnóstico de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH ou Attention Deficit Hyperactivity Disorder - ADHD), mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Ela é a menina doce que adora abraçar todo mundo que encontra. Nunca precisei ensiná-la a partilhar – ela é muito generosa por natureza. Eu amo demais a minha filha e já vi muitas vidas transformadas por causa da vida dela.

Devido a essa experiência, acabei adotando minha melhor amiga como minha mãe. E o mais interessante é que o filho único dela também foi concebido em situação de estupro. Ela tem sido fonte de conforto em todos os momentos e fica muito orgulhosa de chamar a Alice de neta.

Na verdade, tenho duas amigas muito próximas cujos filhos foram concebidos em situação de estupro, mas elas não falam disso. Uma tinha 16 anos e foi expulsa da casa dos pais por ter engravidado. Até que seu filho completasse 12 anos, ela não havia contado a eles que tinha sido estuprada pelo namorado. Fora estuprada antes e o pai estuprador a forçara a abortar quando tinha apenas 14 anos. Ela ainda se sente mal por causa disso, mas estava determinada a não fazer aquilo novamente quando engravidou de seu filho.

A outra fora estuprada quando estava na faculdade e não sabia que estava grávida até uma fase avançada da gestação. Ela disse que teria abortado naquela época se soubesse antes da gravidez. Chegou a pensar em colocar o bebê para a adoção, mas mudou de ideia. Ela nunca mais conseguiria completar uma gravidez depois daquilo. Quando o menino cresceu, ela decidiu ser voluntária em um centro de atendimento para gestantes em risco, e seu filho único foi a razão pela qual ela se tornou uma defensora da vida!

Se você também tem uma história como a nossa, saiba que não está sozinha, e espero que esse testemunho a encoraje.

Eu Fui Estuprada, Mas O Aborto Quase Me Destruiu -- Ashley Sigrest

Quando estava no ensino médio, eu fui estuprada.  Não contei a ninguém, estava assustada e tive medo de contar para minha mãe. 

Quando descobri que havia engravidado, contei a minhas amigas e todas me disseram para abortar. Na clínica de aborto, me abri e contei tudo o que havia me acontecido – que havia sido estuprada e que não tinha certeza se queria abortar; então eles apressaram um “aconselhamento” – um processo que consistia em um conselheiro varrendo minhas dúvidas e me apressando para assinar um formulário de consentimento. 

Ninguém nunca me ofereceu qualquer aconselhamento a respeito do estupro ou dos meus medos em relação ao aborto. Eu me sentia sem valor e desesperançada. Olhando para trás, eu queria apenas que alguém tivesse conversado comigo. 

O aborto quase me destruiu, entrei numa espiral de alcoolização e depressão e me dei conta que matei o meu bebê, a minha própria carne e sangue. Por anos me flagelei e não contei a ninguém. Não houve ninguém para me dizer que eu era forte o suficiente, ninguém para me ajudar. 

Conheci outras mulheres que como eu foram estupradas e escolheram abortar, e por isso vivem em remorso. Muitas delas sentem tanta vergonha e escolhem o aborto porque não conseguem falar sobre o que lhes aconteceu. 

Eu quero estar junto ao movimento pró-vida Save The 1 (Salve O 1 por cento -- Os Casos Difíceis) para ser uma voz para essas mulheres. 

Eu fiz o que o mundo me disse, eu abortei o filho do meu estuprador. Contudo, acabei matando o meu próprio filho. Eu não obtive os resultados que eles me disseram que teria.

Ashley Sigrest (EUA)


Save The 1

Sunday, September 4, 2016

Estupradas Durante Uma Viagem de Negócios, Meu Marido e Eu Escolhemos a Vida! -- Jennifer Christie

No último janeiro, eu estava viajando a trabalho numa pequena cidade universitária. Costumo dizer que sou bem atenta ao que acontece à minha volta, mas ventava e nevava tanto que mesmo que ele tivesse vindo pisando duro eu não teria ouvido. Tudo aconteceu muito rápido. Quando me virei para fechar a porta, lá estava ele, um homem gigante. Minha primeira reação não foi de medo, apenas fiquei confusa. Ele me deu um murro no rosto. Não me lembro de ter sido arrastada para fora do quarto, porém fui encontrada nas escadas. Não sei porque – talvez tivesse tentando fugir.

O kit de estupro veio negativo para HIV, gonorréia, clamídia, sífilis, herpes e várias outras doenças que nunca tinha ouvido falar. Deus é um Deus de graça.

Iria fazer uma viagem de navio no mês seguinte. Fui pega com diarréia um dia, mas no segundo dia tomando antibióticos não estava mostrando melhora alguma.

Quando o navio atracou em Cartagena, Colômbia fui levada diretamente ao hospital. Eu estava com medo de uma obstrução intestinal, tendo que então fazer um ultra som. Qual foi a surpresa? Viram um grãozinho de feijão – meu filho. Feliz Dia dos Namorados!

De volta ao navio, contei um resumo da minha história. Começaram a se preocupar comigo: provável suicídio? Perigo de um surto psicótico, além de ter que ir como se estivesse nua perante delegado e juiz? Na semana seguinte ouvi um grupo de médicos e enfermeiras muito “bem intencionados” me consolarem e dizerem como seria “fácil” resolver este problema – matar a criança e voltar a viver como se nada tivesse acontecido. Fácil???

Comecei a ligar para casa, devastada eu só chorava, mas a possibilidade de “me livrar disso” nunca saiu de minha boca, nem da boca de meu marido.

Quando eu contei que estava grávida, ele me respondeu com voz firme e calma: “OK. OK... tudo bem... isso vai dar certo. Eu então pergunto: “O que você quer dizer com está tudo bem? Quero dizer que vamos vencer esta situação, tudo bem. Além do mais, eu amo bebês. Vamos ter outro filho. É algo maravilhoso que veio de uma experiência horrível. Vamos vencer!” Comecei a sentir a alegria jorrar dentro de mim por esta nova vida que carregava em meu ventre, florescendo debaixo do meu coração. Este novo amor cresceria tão forte e promissor que sobrepôs qualquer rastro de angústia que ainda existia.
Além disso, meu marido estava certo: “Nós venceríamos essa”.

Na última vez que estive no navio, disse às estas pessoas cuidadosas: “Por favor, parem a pensar um pouco o que aconteceu comigo – tive um bebê lindo em outubro 2014. “A reação deles ... A expressão... A médica que forçou a barra para que eu abortasse – mais do que os outros tinha lágrimas nos olhos. Pela primeira vez entendi como Deus pode usar este pesadelo que enfrentei. “Usa-me Senhor”.

Moro na Carolina do Norte nos EUA. Meu obstetra que havia me acompanhado nas outras duas gestações, concorria ao Senado. Ele conversa o tempo todo sobre isso, quando as pessoas perguntam: “E em caso de estupro?” Meu filho poderá falar a respeito disso. Enquanto isso é minha responsabilidade meu privilégio – falar com ele. Esta é minha história.

Durante a gestação, tive que ser internada algumas vezes. Fiquei mais dentro do hospital do que fora, pois tive pré-eclampsia – pressão muito alta e contrações incontroláveis. Fiquei muito mal quando me disseram que teriam que induzir o parto na 26ª semana e eu queria muito que meu filho nascesse vivo.

Conseguimos superar o medo. Fiquei de repouso absoluto, mas pelo menos estava em casa. Cada semana era uma vitória e mal podia esperar para tê-lo em meus braços. Emocionalmente falando eu estava muito bem.

Tinha uma equipe médica enviada por Deus me acompanhando. Tudo é apenas uma questão de confiança.

Eu me sentia completamente fora do controle desde o acontecido em janeiro, apesar que a palavra “controle” não passa de uma ilusão, mas 8 ¹/² meses atrás meu mundo meio que desabou com aquele acontecimento e nada parecia estar certo até meu filho nascer. Não era tão mal assim. A situação me levou a ficar mais de joelhos, menos arrogante e só então tomei consciência disso.

Nosso pequenino pode ter sido gerado em violência, mas é um presente de Deus – um presente maravilhoso que preencheu um vazio em nossa família sem nunca antes termos percebido que ele estava lá. Ele nos completou.

Sou muito grata de ter me conectado a outras mães que conceberam como resultado de um estupro. Somos sobreviventes, não vítimas. Meu filho trouxe cura para a minha vida.

A pressão para o aborto que houve vindo da comunidade médica me abriu os olhos. Disseram-me muitas vezes que era muito simples e rápido e depois disso eu poderia voltar a viver. Era de tirar o fôlego ter que ouvir isso repetitivamente. Mesmo alguns amigos me disseram que ficar com o bebê era um erro e que eu nunca ria conseguir segurar a barra.


Todos as vezes que nós, mães que concebemos de um estupro, compartilhamos nossas histórias, somos fortalecidos como fortalecemos – e quem sabe o que nos espera na vida?


BIO : Jennifer Christie é uma esposa e mãe de 5 e um blogger para www.savethe1.com e Salve o 1 por cento -- os casos difíceis. Ela está usando seu nome do meio , em vez de seu sobrenome , a fim de proteger a identidade de sua família.