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Tuesday, February 7, 2017

Monday, January 9, 2017

Monday, December 26, 2016

Eu Sei O Quanto É Horrível Um Estupro, Mas O Aborto Não Ajuda Ninguém – Elizabeth Díaz Navarro

Eu me chamo Elizabeth e vivo na Costa Rica. Quando estava na universidade, eu fui estuprada e engravidei de uma menina lindíssima que eu quis abortar porque, claro, eu era uma jovem que me cuidava, uma garota tranquila; eu não merecia ser mãe solteira. Não! Eu tinha que abortar!

Mas um dia, chorando pela minha situação, a minha filhinha, a minha pequenina (ainda que nesse momento eu não soubesse se era um menino ou uma menina) começou a ser mexer e então decidi fazer terapia e disse à mim mesma: “Ok, vou entregar ela para a adoção, eu não tenho que carregar uma ‘cria’ que eu não pedi.”

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https://salveo1.wordpress.com/2017/02/09/eu-sei-o-quanto-e-horrivel-um-estupro-mas-o-aborto-nao-ajuda-ninguem/

Thursday, December 22, 2016

Eu Tinha Dez Anos Quando Descobri Que Fui O Resultado de Um Estupro – Bethania Herrera

Olá a todos! Meu nome é Bethany e tenho 19 anos.

Quando eu tinha uns 8-10 anos, descobri que fui o resultado de uma violação. Tão nova e nessa idade, não entendia o que isso significava, porém, cresci e a minha mãe me contou a sua experiência.
Aos 23 anos, ela trabalhava na empresa do meu pai; e, um dia, meu pai a drogou e a violou.



Monday, December 19, 2016

Abortos de Igualdade de Gênero? – Darlene Pawlik

Minha primeira resposta à notícia de que um juiz no Brasil citou a igualdade de gênero como uma razão para descriminalizar o aborto nesse país é "Igualdade de gênero?" Uma mulher sozinha pode tomar a decisão... Como que isso é igualdade? Ela não pode engravidar sem ele, o bebê é dele também! E a igualdade de gênero para o bebê?

"As mulheres carregam sozinhas o peso da gravidez. Portanto, só haverá igualdade de gênero se as mulheres tiverem o direito de decidir se continuam ou não uma gravidez”, disse o juiz Luis Roberto Barroso. Sua premissa é que o atual Código Penal que proíbe o aborto desrespeita os direitos básicos das mulheres.

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https://salveo1.wordpress.com/2017/02/08/aborto-igualdade-de-genero/

Friday, December 16, 2016

Esta Criança Que Nasceu De Um Estupro Transformou Uma Tragédia Em Algo Bonito – Kathryne Taylor-Norte

No dia 22 de dezembro de 2008, eu fui estuprada. Talvez você possa imaginar como é difícil relembrar um estupro, então não vou entrar em detalhes. No dia seguinte fui ao médico e me deram medicamentos para prevenção de doenças e a pílula do dia seguinte – que mais tarde soube que é potencialmente abortiva.  Seis semanas depois, fui ao médico e me fizeram exames de sangue, mas não me fizeram o teste de gravidez.  No entanto, alguns dias mais tarde, recebi uma chamada do consultório médico e disseram que eu estava grávida! 





Tuesday, October 4, 2016

Eu Fui Estuprada, Mas O Aborto Quase Me Destruiu -- Ashley Sigrest

Quando estava no ensino médio, eu fui estuprada.  Não contei a ninguém, estava assustada e tive medo de contar para minha mãe. 

Quando descobri que havia engravidado, contei a minhas amigas e todas me disseram para abortar. Na clínica de aborto, me abri e contei tudo o que havia me acontecido – que havia sido estuprada e que não tinha certeza se queria abortar; então eles apressaram um “aconselhamento” – um processo que consistia em um conselheiro varrendo minhas dúvidas e me apressando para assinar um formulário de consentimento. 

Ninguém nunca me ofereceu qualquer aconselhamento a respeito do estupro ou dos meus medos em relação ao aborto. Eu me sentia sem valor e desesperançada. Olhando para trás, eu queria apenas que alguém tivesse conversado comigo. 

O aborto quase me destruiu, entrei numa espiral de alcoolização e depressão e me dei conta que matei o meu bebê, a minha própria carne e sangue. Por anos me flagelei e não contei a ninguém. Não houve ninguém para me dizer que eu era forte o suficiente, ninguém para me ajudar. 

Conheci outras mulheres que como eu foram estupradas e escolheram abortar, e por isso vivem em remorso. Muitas delas sentem tanta vergonha e escolhem o aborto porque não conseguem falar sobre o que lhes aconteceu. 

Eu quero estar junto ao movimento pró-vida Save The 1 (Salve O 1 por cento -- Os Casos Difíceis) para ser uma voz para essas mulheres. 

Eu fiz o que o mundo me disse, eu abortei o filho do meu estuprador. Contudo, acabei matando o meu próprio filho. Eu não obtive os resultados que eles me disseram que teria.

Ashley Sigrest (EUA)


Save The 1