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Pro Vida, sem exceções - concebida em estupro, anomalia fetal
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Eu me chamo Elizabeth
e vivo na Costa Rica. Quando estava na universidade, eu fui estuprada e
engravidei de uma menina lindíssima que eu quis abortar porque, claro, eu era
uma jovem que me cuidava, uma garota tranquila; eu não merecia ser mãe solteira.
Não! Eu tinha que abortar!
No dia 22 de dezembro
de 2008, eu fui estuprada. Talvez você possa imaginar como é difícil relembrar
um estupro, então não vou entrar em detalhes. No dia seguinte fui ao médico e
me deram medicamentos para prevenção de doenças e a pílula do dia seguinte –
que mais tarde soube que é potencialmente abortiva. Seis semanas depois, fui ao médico e me
fizeram exames de sangue, mas não me fizeram o teste de gravidez. No entanto, alguns dias mais tarde, recebi
uma chamada do consultório médico e disseram que eu estava grávida!
Ninguém nunca me ofereceu qualquer aconselhamento a respeito do estupro ou dos meus medos em relação ao aborto. Eu me sentia sem valor e desesperançada. Olhando para trás, eu queria apenas que alguém tivesse conversado comigo.